terça-feira, 20 de julho de 2010

Te contar, viu!


Saudade de quando eu ficava doente, não podia faltar ao trabalho em que eu era a única subalterna (3 chefes e eu, única índia na parada). Ia eu, me sentindo a peeeeeor pessoa do mundo, escravizada, humilhada (Maria do Bairro feelings).
Faltar? Só se tivesse morrido, e tendo que levar atestado de óbito pessoalmente.
Naquele tempo eu podia pelo menos ficar lá quietinha, ser menos simpática que de costume, tomar várias xícaras de chá lá no meu canto, marcando consultas, desmarcando consultas e coisa e tal.
Agora amigo, é o seguinte: Dor, muita! Na cabeça e no resto do corpo. Dariz dodalmende endupido, febre, calafrios e...

Dançar o pula pula, contar historinhas, dar papá pras bonequinhas(minhas netas, há), cantar a música da baratinha, fora as fraldas, os banhos, ninar, alimentar, proteger, não deixar escalar a estante, não deixar cair da cadeira, fazer carinho, beijinho de borboleta, fazer castelinho de lego... Ai.

Se não tivesse todo o amor do universo nesse meio aí, sei não, pediria pra sair! rs!

Ficar doente, depois de ser mãe? Isso não te pertence mais!

Um comentário:

Luciana disse...

É Lu,eu sei exatamente como é isso kkkkkkkkkk
Já acordei morrendo,com uma enxaqueca dos infernos,e como não tinha ninguém além de mim pra cuidar do príncipe o que fiz?Tratei de sarar logo!rsrsrs

Ser mão é padecer,mais é no Valparaízo(cidade do entorno de Brasília)

 
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