domingo, 19 de fevereiro de 2012

Ai como eu adoro o verão.

É no verão que um terrível monstro fantasmagórico e amedrontador chega para tirar a minha paz: O biquíni.
Ele passa o ano todo lá, escondido no fundinho da gaveta de calcinhas, no escuro, só esperando a hora de se libertar para me assombrar. É quando ele se apodera do meu corpo para me fazer lembrar que o pneuzinho Pirelli está ali, basta amarrar o maldito lacinho.
Mas a gente encara, amarra dali, aperta daqui faz o carão e vai! E se alivia (muito) quando chega na praia e vê que 80% está pior que você. Que má que eu sou. há.
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Ir à praia.
O que antes de ser mãe era só colocar um biquininho um dinheiro no bolso e sair, agora se transformou em um processo de armazenagem e logística.
As pessoas devem olhar a minha bolsa e achar que eu tô indo pro Sertão Nordestino passar três anos, ou que eu estou armazenando suprimentos para uma guerra iminente, ou para esperar a passagem de um furacão dentro de algum porão.
Mas pior que levar 3.485 itens de "sobrevivência" para a praia, é cair na real de que quando a criança precisa ir ao banheiro eles não valem de nada.
Sem mais.
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Lembra que eu falei sobre 80% das mulheres estarem pior que você? Pois é, sobraram os 20% de desocupadas que malham o dia inteiro, gastam tubos com tratamentos estéticos e que resolvem se bronzear bem em frente aquele lugarzinho que você suou tanto pra conseguir fincar o seu guarda sol.
Eu tenho uma tática de guerra pra espantar estes galináceos inconvenientes:
Começe a brincar com seu filho(a) ensandecidamente, joguem bola, frescobol, deem uma de loucas e sacudam a canga levantando bastante areia, aquela farofada toda até que ela se dê conta de que aquele não é o lugar ideal para tostar o popozão e caia fora. Depois podem voltar à elegância de sempre.
Uá-rá-rá-rá-rá. Muito má.
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Eu adoro o verão. Juro que gosto! rs!
 
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