segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Se chorei ou se sorri,

O importante é que o mundo não acabou em 2012.

Confesso que eu fiquei dividida entre o "tenho tanta coisa pra fazer inda" e o "não consigo terminar nada mesmo, se acabar pelo menos não terminarei nada e a culpa não será minha". Eu sei, é horrível.

Este ano não farei resoluções, farei promessas. Promessa mesmo,  pra algum santinho bem legal, tipo Santo Expedito. Ia fazer pra São Jorge que é mais cult, mas acho que ele tá muito ocupado sendo ator de novela. Acho legal essa coisa de que Santo Expedito é o Santo das causas impossíveis. Gente, o cara que se propõe a resolver coisas impossíveis merece o mínimo de crédito, né não?


Pois então, a primeira das minhas promessas será terminar tudo o que eu começar. Parar com essa mania irritante de nunca terminar os projetos. Geralmente eu começo com uma empolgação de dominar o mundo e acabo com uma preguiça de hibernar um inverno inteiro. Acabou essa palhaçada. Não importa o que for, sempre terminarei. Pode ser um quebra cabeça de 1.000 peças. (Me lembre de jamais iniciar a montagem de um quebra cabeças de 1.000 peças).

A segunda promessa será não me envolver com os problemas dos outros. Outra mania chata, com tanto problema meu ainda fico preocupada se alguém, que não direi quem pois é só um exemplo e não devo expor as pessoas que se endividam, terá dinheiro para saldar as dívidas que fez. Pararei com isso que não sou Santa Edwiges, que é a Santa dos endividados. Esse tema de santo tá recorrente aqui hein! 

A terceira promessa unirá o corpo ao espírito. Que bonito isso. Ela se resumirá a estudar e emagrecer. 

Quem não tem o que fazer e acompanha esse blog, vai se lembrar que há um tempinho atrás eu postei aqui que emagreci 7 quilos. Pois bem, os filhos pródigos à casa retornaram. Eu nem quero perder os sete não porque fiquei magra naquele naipe que parece que a pessoa precisa de nutrientes, mas quero perder alguns. Perder não, eliminar, porque exceto aquele brinco maravilhoso que agora só restou um do par, tudo o que se perde a gente encontra.
É engraçado que as pessoas ficam: - Que isso, você está óóótima! Mas eu sei muito bem que o estereótipo cintura fina e quadril largo contribui para esta ilusão de ótica e só as calças jeans 38 é que entendem a minha aflição.

Enquanto emagreço, estudarei horrores para passar em um concurso maravilhoso, que me pagará rios de dinheiro, deste modo ficarei rica e magra.

P.s. Caso eu ganhe na Mega da Virada mandarei estas promessas para o espaço e irei para a Polinésia Francesa. 


Gente, feliz 2013!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




terça-feira, 13 de novembro de 2012

Bagagem.

"A vida é o que a gente leva dela!"
Há muito tempo ouvi essa frase e ela mexeu comigo. Desde então eu costumo pensar a vida como se ela fosse uma mochila, que tá sempre ali, nas costas da gente acumulando coisas.  
Na mochila da vida as coisas ruins de tão mesquinhas são pequenas, mas paradoxalmente pesadas. Tudo fica tão pesado que dá vontade de desistir da caminhada. A vida vira  um fardo difícil de carregar.  
As coisas boas são como balões de gás, ocupam um espaço enorme, mas são levinhas! E quanto mais se acumulam mais a gente fica leve até quase flutuar.
Tem muita coisa que vai pra mochila que são os outros que colocam. Não tem como evitar a decepção de uma mentira, a inveja, o rancor das pessoas. Mas ainda bem, as coisas boas em sua maior parte são produzidas por nós mesmos. Perdoar, sorrir, amar, dançar!
Que no fim as nossas bagagens sejam enormes, e leves! Que a gente seja capaz de olhar pra trás e dizer: Eu faria tudo outra vez!

*Eita que eu tô toda trabalhada na auto ajuda hoje minha gente!

E a música perfeita pra elevar o espírito une toda a paz que o ruivão me transmite elevada ao cubo em sua versão Hare Krishna!
Nando Reis - Mantra.





domingo, 4 de novembro de 2012

Pretérito.



Arrastou a cadeira e sentou-se. Ajeitou os óculos e passou a mão pelos bolsos da calça até encontrar o lenço, já sabendo que seria de grande serventia. Apoiou o envelope sobre a mesa e olhou-o , quase que sem acreditar no que via. Levantou-se e sentou-se diversas vezes até não restar mais desculpas para levantar-se. Havia uma infinidade de itens naquele pequeno cômodo, mas nada fazia-o desviar o olhar do envelope, aquele papel amarelado pelo tempo trazia lembranças que já não eram bem vindas. 
A primeira lágrima caiu, trazendo com ela todos os rancores guardados durante tantos anos. Sabia que não seria fácil encarar o passado, mas não cometeria a covardia de fugir. Olhava fixamente o envelope tentando se lembrar do rosto dela. Já fazia tanto tempo! A imagem aos poucos foi se formando: os cabelos cor de sol, os olhos grandes, sempre procurando pelo que sua capacidade física de enxergar não conseguia, olhos procurantes, olhos incessantes ele dizia.  Por um momento reviveu a sensação que tinha quando a encontrava, a de que, apesar de poder tocá-la, estava cada vez mais longe. O mundo dela era longínquo, e o dele, enraizado naquele pedaço esquecido de mundo como uma árvore centenária.
O dia em que a perdeu se colocou diante dele em toda a sua substância, seus pensamentos o transportaram para a velha estação de trem e o fizeram sentir novamente o imenso vazio que se formou dentro de sua alma, uma vastidão de saudade pela qual caminharia por longos trinta anos. Lembrou-se de haver sentado e chorado, encolhido, em uma tentativa desesperada de desaparecer dentro de si mesmo.Chorou até não conseguir mais verter um pingo de lágrima, levantou-se, apanhou o chapéu que caíra no chão e tratou de ir viver a vida que ainda lhe restava.
Casou-se pouco tempo após a partida dela. Havia uma urgência em esquecê-la. Cumpriu todos os ritos que um homem de bem deve cumprir para que a vida tenha algum sentido.
A esposa em seu leito de morte lhe contara sobre a carta que havia chegado logo após o casamento. Disse-lhe que, sabendo de quem se tratava a mulher que assinava como remetente, tratou de escondê-la em lugar seguro e confidenciou que nunca soube o real motivo de não tê-la queimado, mas que naquele momento sentia um alívio enorme em poder se redimir entregando-a, ainda que isso não fizesse sentido algum.
Não sentiu rancor, pensou que se fosse ele em seu lugar talvez tivesse feito o mesmo. Beijou-a, se despedindo e agradecendo por tê-lo acompanhado na árdua vida que levaram e lamentou nunca tê-la amado como merecia.
Passou por todos os ritos funerais da esposa com o envelope guardado, sentia um peso enorme ao caminhar, como se estivesse carregando trinta anos no bolso da calça, mas recusou-se a abri-lo enquanto Olga não tivesse partido de vez.
E então estava ali, frente a frente com o passado. Passou a tarde inteira mastigando-o , tentando digerí-lo e pareceu que o tempo havia parado de contar. Ao notar o cair da noite pegou o envelope sobre a mesa e notou que suas mãos, enrugadas e castigadas pelo trabalho já não eram as mesmas que acariciavam o cabelos cor de sol, e mesmo que pudesse ler o que havia na carta, a mulher que a escrevera também não era mais a mesma. Decidiu render a última homenagem à esposa, companheira que à sua maneira o fizera feliz, a mulher de cujo ventre saíra  a sua descendência. 
Levantou-se  da cadeira, acendeu seu velho charuto e usou-o para queimar o envelope sem abrí-lo. Enquanto observava o fogo  percebeu a casa vazia, silenciosa. Parou para pensar na ausência de Olga e no vazio no qual mergulhava novamente.

*Um texto meu. (assino e assumo.)

sábado, 1 de setembro de 2012

Então,


A vida está mais doce.
Pessoas,

Fiquei um tempo sem passar por aqui, e tive um motivo. Motivo não, um desmotivo, andei desmotivada mode on!
Começou com essa coisa horrorosa de fazer trinta anos. Aliás, se eu pudesse criar uma regra universal para a vida seria: Ninguém faz trinta anos até que todos os seus sonhos de juventude tenham sido realizados!
Tanta coisa que eu deveria ter feito, sabe? Tantos países pra conhecer, um livro pra escrever, um discurso em prol da humanidade, velejar, dirigir, mochilão pela America do Sul, um mestrado (pelo menos), ser uma diva da música, coisas assim, simplesinhas...
Óbvio que essa coisa de ter uma vida extraordinária é para um em milhões de habitantes do planeta. Imagina bilhões de pessoas tendo vidas extraordinárias? Como lidar com todo esse ego? Mas pelo menos algumas coisas queria ter feito antes dos trinta e não fiz, e isso me deixou mal pacas. E é justamente nesses momentos que a gente pára pra analisar a rotina do ônibus de todo dia e isso doí e piora tudo.
Na verdade, acho que eu só não me joguei da Rio-Niterói em 19 de agosto porque fiz duas coisas de extraordinária magnitude que acabaram deixando a minha balança do "Vale a pena Viver?" mais equilibrada: Encontrei um grande amor e fui mãe da criança mais maravilhosa que já existiu sobre a face da terra.  
(Por favor, analisem essas palavras MariadoBairrorescas com 90% menos de drama. Eu não me contenho.) 
Deste modo, não achei justo usar esse amado bloguinho para lamentações, músicas de fossa e frases existenciais. Preferi me recolher e lidar com isso tudo dentro do meu casulo aguardando que no final, quem sabe, tudo isso servisse pra me transformar em  uma linda borboleta colorida. 
Borboleta colorida não virei, mas também não estou de todo sem cor. Digamos que eu seja uma borboleta furta cor. Encontro cores na vida dependendo do ângulo pelo qual a enxergo e tô escolhendo sempre os melhores ângulos a partir de agora.

bjo!



terça-feira, 21 de agosto de 2012

3.0 veloz e furiosa. (Só que ao contrário)


Domingo, 19, fiz 30 anos. 
Teve samba, teve bolo, dois bolos! E um monte de bolinhos quadradinhos embaladinhos que levei pro bar e chamei de bem bebidos. E teve brigadeiro!
Teve almoço, ou melhor dois almoços, na casa da mamãe e com o pessoal suuuuper do trabalho.
Teve presente! Um moooooonte de presente! Nem com quinze anos ganhei tantos! 
Teve livro salto alto, salto baixo, um sem-número de coisas cheirosas: sabonetinhos, creminhos, perfuminhos, maquiagem, bolsa, vestido, blusa, short, chocolate, lápis engraçados e a té carimbos!
E eu ali no meio de tudo abobalhada, até foto com os presentes na cama fiz (e fiz com gosto tá.)
Teve toda a gente linda da minha vida pertinho de mim e um monte de desejo bom pra espantar a crise. 
Crise? Que crise? Cadê a crise que estava aqui?

Tô de volta! (Tá eu sei, ninguém acredita em mim.)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Precisamos falar sobre a Xuxa.

     Dia desses a Xuxa deu uma entrevista ao Fantástico falando sobre abusos sofridos na infância. Acho que todo mundo que não passou férias em Marte ficou sabendo. Muitos riram, outros desmentiram, caçoaram, desconfiaram. De uma história total e completamente possível de ter acontecido com ela e com mais de bilhão de crianças mundo afora no mesmo segundo. 
     Muitos disseram que não acreditaram por ela  já ter dito uma vez que via duendes. E daí? Tem gente que diz que vê santos chorarem, que vê discos voadores (eu mesma já vi, e quem caçoar de mim vou pegar na saída.), que vê fantasmas, que vê deputado trabalhando segunda-feira no Congresso.
     O fato é que ela decidiu enfrentar um trauma extremamente doloroso e por tabela precisou enfrentar a desconfiança nacional. Muitas vezes a criança não conta o abuso por medo de não acreditarem nela, mas para a Xuxa tanto fez contar antes ou agora, não acreditaram do mesmo jeito.
     Muita gente enumerou uma infinidade de poréns para decidir se iria acreditar ou não em uma mulher adulta, independente, que estava alí sabe lá Deus como tentando superar uma violência. Ao ouvir um relato daqueles eu só consigo me consternar e me entristecer, não me resta espaço na mente para nada além disso.
     Ando esses dias com um nó na garganta. Milhares de depoimentos, muitas vezes anônimos, em sites e blogs que trataram do caso pipocam com histórias igualmente semelhantes e pavorosas, pessoas tentando fazer como a Xuxa, só que sem aparecer no Fantástico.
     Tenho sobrinhas de sete e oito anos que precisam ficar com com pessoas que cuidem delas enquanto a minha irmã trabalha. Tenho uma filha de três anos e meio que preciso deixar de  oito e meia da manhã às seis e meia da noite em uma creche pra que eu consiga trabalhar. Neste momento a única coisa que eu gostaria de fazer é colocá-las em uma redoma segura e intransponível até que passem por esse momento tão frágil e inseguro quanto é a infância.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Segunda -feira

Segunda-feira serei outra pessoa. Na segunda farei dieta, controlarei carboidratos e contarei calorias, serei voluntária em alguma ong caça-níquel e colocarei este fato no meu currículo. Na segunda não irei maldizer aqueles que me atazanam a vida, não chegarei atrasada (seja lá onde for) e não falarei enquanto estiver comendo - tampouco colocarei os cotovelos sobre a mesa. Na segunda me vestirei apropriadamente, não misturarei estampas e usarei cores pastéis. Como são dignas as pessoas que usam tons pastéis! A gente fica um tanto quanto... pastel! Na segunda farei um check up, descobrirei que além de carboidratos também não poderei comer gorduras, nem a do pastel! Na segunda beberei 2 litros de água e farei caminhada. São muito dignas as pessoas que fazem caminhada! Não para ficarem bonitas, mas para fazer bem aos seus corações (e não basta apenas amar e ser amados?). Na segunda defenderei uma causa justa (pode ser própria?), e plantarei uma árvore. Segunda feira, se chover não dançarei na chuva, abrirei meu guarda-chuva preto e caminharei cabisbaixa (nem nas pocinhas de água pisarei para que façam barulho). Segunda não vou ver televisão aberta, verei um filme cult e não entenderei nada sobre ele (mas farei cara de que sim).Na segunda medirei as palavras e não darei gargalhadas, serei comedida e discreta. Segunda feira entregarei todos os relatórios e planilhas no prazo e pouparei dinheiro. Segunda sem falta vou resolver todos os meus problemas, realizar todos os meus sonhos e escrever um best seller.






E ao chegar o fim do dia rezarei baixinho para que chegue logo a terça, e eu possa ser feliz novamente.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Ai como eu adoro o verão.

É no verão que um terrível monstro fantasmagórico e amedrontador chega para tirar a minha paz: O biquíni.
Ele passa o ano todo lá, escondido no fundinho da gaveta de calcinhas, no escuro, só esperando a hora de se libertar para me assombrar. É quando ele se apodera do meu corpo para me fazer lembrar que o pneuzinho Pirelli está ali, basta amarrar o maldito lacinho.
Mas a gente encara, amarra dali, aperta daqui faz o carão e vai! E se alivia (muito) quando chega na praia e vê que 80% está pior que você. Que má que eu sou. há.
***-***
Ir à praia.
O que antes de ser mãe era só colocar um biquininho um dinheiro no bolso e sair, agora se transformou em um processo de armazenagem e logística.
As pessoas devem olhar a minha bolsa e achar que eu tô indo pro Sertão Nordestino passar três anos, ou que eu estou armazenando suprimentos para uma guerra iminente, ou para esperar a passagem de um furacão dentro de algum porão.
Mas pior que levar 3.485 itens de "sobrevivência" para a praia, é cair na real de que quando a criança precisa ir ao banheiro eles não valem de nada.
Sem mais.
***--***
Lembra que eu falei sobre 80% das mulheres estarem pior que você? Pois é, sobraram os 20% de desocupadas que malham o dia inteiro, gastam tubos com tratamentos estéticos e que resolvem se bronzear bem em frente aquele lugarzinho que você suou tanto pra conseguir fincar o seu guarda sol.
Eu tenho uma tática de guerra pra espantar estes galináceos inconvenientes:
Começe a brincar com seu filho(a) ensandecidamente, joguem bola, frescobol, deem uma de loucas e sacudam a canga levantando bastante areia, aquela farofada toda até que ela se dê conta de que aquele não é o lugar ideal para tostar o popozão e caia fora. Depois podem voltar à elegância de sempre.
Uá-rá-rá-rá-rá. Muito má.
***---***
Eu adoro o verão. Juro que gosto! rs!

sábado, 28 de janeiro de 2012

Festa!

Em dezembro fizemos uma festa pra comemorar os 3 aninhos da Cecília. Um salão lindo, buffet, decoração, garçons e tudo mais.
No meio da festa Cecília trocou um vestido floral lindo por outro de Cinderela, e fez aquela entrada triunfal no salão acompanhada por uma Cinderela "de verdade" - segundo palavras da própria Ciça - até chegar ao centro do salão em que as duas Cinderelas fizeram uma dança real sob aplausos dos convidados.
A atriz fazia os movimentos, os acenos, os rodopios, os cumprimentos e Cecília repetia tudo (sem ensaio anterior), uma coisa linda!
Apesar de achar que estas festas em buffet infantil ficam muito padronizadas e sem borogodó, me rendi ao discurso de "vá como convidada" e "não se preocupe com nada", já que no ano passado eu parecia um zumbi cansado e estressado como vocês podem relembrar aqui.
Ficamos muito felizes, mas depois fiquei pensando... Essa era a festa que eu sonhava pros meus 15 anos!
Mentira, eu nem sonhava com isso tudo, no meu sonho nem tinha "Cinderela de verdade"! rs!
Se a minha festa de 15 (que ficou só no sonho por falta de verba) Cecília teve aos 3, quando chegar aos 15 vai querer descer de helicóptero no Maracanã!
E o problema nem é o dinheiro, já que até lá terei dado muitas aulas de História e estarei rica. O problema é o ego inflado, o nariz em pé, tudo o que eu não quero que a minha filha tenha.
A vida está muito superlativa, guiada pela filosofia do muito,do consumo, do grandioso e a gente está perdendo a mão...
Minha meta atual é deixar a minha princesinha sonhar, sem tirar o pé da realidade! Fazê-la compreender os sacrifícios que se faz por ela, o valor das conquistas, e a necessidade de lutar e trabalhar muito pra conseguir realizar os sonhos.
Olha como ela ficou toda trabalhada na realeza:

 
Web Statistics