quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Agora vejam vocês,


Sexta feira foi a comemoração do Dia dos Pais na escolinha da Cecília! Super legal, né? Ótimo, né? Bacana, né?
É. Mas veja bem, eu passei DUAS semanas de adaptação, sofrendo que nem uma condenada, chorando, gritando, esperneando, rolando no chão pra lá e pra cá (menos, Luciana, menos), aguentando o chororô de Cecília. O papai não podia revezar, porque o trabalho é mais hard, não pode faltar e tals, beleza, compreendo.
Mas aí, a primeira vez em que ele vai à escolinha é para participar de uma festinha em sua homenagem! Ganhar presentinho, gravatinha de papel com colagenzinhas "feitas por ela", ouvi-la fazendo gestos e tentando cantar a musiquinha do Papai-Super-Herói! É justo?
Num rompante de invejinha eu até poderia dizer que não, mas é.
Porque gente, essa criatura, não se contentando em ser o melhor marido do mundo, se tornou o melhor pai do mundo!
Eu falo com orgulho que o pai que eu não tive, o pai que eu sempre quis ter, é o pai que eu dei pra minha filha.
Sorte, a gente vê por aqui.

P.s: Não postei no Dia dos Pais porque como vocês puderam perceber, tenho dramas e questões com relação a isso que só serão resolvidas quando eu for rica e puder pagar 20 anos de terapia, então compreendam.

Um comentário:

Bia, Desperate Housewife disse...

Super compartilho da sorte, viu. Tb tive um pai que não foi beeem um pai (hj ele quer recuperar o tempo perdido, mas né, não dá) e o pai dos meus filhos é 'fantárdigo'!
Beijos

 
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