Tudo era o delicioso caos de festinhas no pré escolar. Crianças correndo e gritando, mães trocando figurinhas, falando sobre como os seus filhos estão lindos, inteligentes, fofos, espertos e tudo aquilo que cada uma acha que o seu filho é muito mais que todos os outros filhos do mundo.
E ele continuava lá. O Coração Gigante. Passeando no meio do caos, sereno e tranquilo, como quem quer dizer: -Gente, eu tô aqui ó! Eu sou o amor, e vocês só estão aqui hoje por minha causa!A diretora da escola é aquela que, coitada, tenta colocar ordem no caos. Às vezes consegue, às vezes não, faz parte. Um doce de pessoa que fica lá, igualzinho ao coração: Uma serenidade no meio do caos.
É uma delícia observar estes momentos.
As mães, bem arrumadas, perfumadas, maquiadas, orgulhosas. As crianças eufóricas, tentam mostrar para as mães que são mesmo únicas dentre todas as crianças do mundo. E por isso fazem mais algazarra que de costume, falam e gritam mais que de costume, se mostram mais que de costume. E a gente ama! E fotografa! E admira! E se orgulha!
E ele continuava lá, o Coração Gigante. E eu não conseguia tirar os olhos dele. E parar de pensar na idéia que, por mais brega que possa parecer, acertou em cheio no que queria representar: Um amor gigante. O maior de todos. O que, me desculpem os outros amores, é a mais linda forma de amar que existe.
Um comentário:
Adorei o coração! Achei genial a idéia de representar o dia das mães com o símbolo do amor. Já pensou se colocam lá no meio uma mulher fantasiada de mãe recém saída da maternidade, descabelada, inchada e com aquele olhar perdido? Ia assustar as crianças! hehehe brincadeirinha. Amei o post.
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